sexta-feira, 1 de maio de 2015

Coalhada Seca com Za'atar

Alguém ai já comeu coalhada?
Coalhada é uma espécie de antepasto árabe que se come com pão no café da manha.
Eu vou explicar mais ou menos como que faz, mas é meio secreto...

Bom, primeiro os ingredientes:
- 2 litros de leite integral
- Um coalho feito pelas velhinhas armênias do Imirim(facinho de achar)
- 3 colheres de sopa de leite em pó
- uma fralda de pano. 

Modo de preparo:
É muito simples, primeiro você pega o leite e deixa ferver. Depois você espera esfriar um pouco, até você conseguir colocar o dedo por 10 segundos no leite sem se queimar.  Então pegue o leite em pó e dissolva no leite. Peneire e coloque o coalho. Pegue o recipiente, tampe ele e coloque em um lugar quentinho para o coalho reproduzir.
Depois de umas 12 horas mais ou menos, vai coalhar todo o leite. Pega esse coalho, tira um copinho, para você poder fazer mias depois, e joga isso na fralda aberta em cima de um escorredor. O soro do leite vai sair do coalho na geladeira, por mais umas 12 horas.
Quando você tiver a coalhada seca, pegue a Za'atar e jogue por cima de uma quantidade media de coalhada em um prato raso. Jogue muito azeite por cima e como com cascas de pão

http://boasdegarfo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/sua-casa-sua-festa.jpg

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Terceirizações - Contra-Desinformação

Eu fiquei sabendo que essa propaganda está passando na TV:



Isso é uma desinformação absurda.

Terceirização é simplesmente quando uma empresa contrata outra empresa especializada em alguma coisa para fazer aquilo que ela se presta. Ex: Um hospital que contrata uma empresa de limpeza para higienizar o ambiente hospitalar.

Para você terem uma informação maior,  eu vou lhes mostrar o vídeo do Kogos.



Ele é um arnacocapitalista e é meio radical, mas ignorem a pessoa e prestem atenção nos argumentos.Assim também peço que ignorem os caras do vídeo de cima e se atenham aos "argumentos" .

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Aprendizagem, Inteligência e Influencia.

Boa noite leitores... Eu estou tirando um pouco do meu tempo para devagar sobre 3 conceitos:
Aprendizagem, Inteligência e Influencia.
Há um dito popular que diz "diga-me com quem andas e eu te direi quem és"
Esse ditado não é verdadeiro, mas existe por um motivo.
Há também quem diga que a aprendizagem vem em escala. Isso é, quanto mais você aprende, mais você aprenderá.
Tomando esses pré supostos, vou relacionar companhia com aprendizagem para explicar como pode ser possível alguém que sabe muito sobre algo ser da espécie que chamo de homo bardus.
Quando entramos na escola ainda muito pequenos, aprendemos a ler e escrever, além de pintar e praticar brincadeiras que melhoram nossa cordeação motora. Isso é o básico. Posteriormente aprendemos matérias de ciências e matemática e português e geografia e historia... em fim.
Por ultimo estamos nos preparando para entrar na universidade onde tudo será mais especifico e complexo.
Eu falei tudo isso pra dizer que se passaram quase 18 anos nessa brincadeira.
Somando a universidade são mais de 20 anos.
No começo eu disse que a aprendizagem se da em escala. Um guri qualquer que tenha estudado em uma escola onde os professores o obrigavam a fazer dezenas e dezenas de exercícios de aprendizagem todos os dias consegue aprender fácil, não importa se o guri é inteligente ou burro. Espera até o fim que explico.
Esse guri foi colocado na escola particular onde ele aprendeu pra caramba e hoje tem facilidade em aprender. Porque seus professores davam exercícios pra ele e ele fazia porque era obrigado.
Esse guri nunca na vida dele, depois de 20 anos aprendendo, tomou a decisão de, "o que vou aprender."
Isso é uma coisa que não se aprende. Decisão
Cada pessoa no mundo sabe coisas diferentes, e elas aprendem entre si e sozinhas com os livros.
Quando você escolhe sua companhia você tem duas saídas para não ser um ser limitado:
Aprender sozinho ou escolher companhias que lhe ensinem o que você aprenderia sozinho.
O grande problema é que as vezes escolhemos pessoas muito legais, mais que nos ensinam coisas muito erradas.
A indústria do tabaco vive disso, assim com a indústria de bebidas alcoólicas e o comercio de drogas.
E essas pessoas tem capacidade de aprender  o suficiente para estarem em uma universidade por exemplo. São pessoas burras e inteligentes no mesmo ambiente.
Ao mesmo tempo, existem pessoas com dificuldade de aprendizagem que não estudaram nem até a 4ª serie direito, mas que são pessoas incrivelmente inteligente, porque elas sabem escolher o que vão aprender, mesmo que com dificuldade.
Digo então que se você escolhe andar com pessoas burras, mas que aprendem fácil, posso dizer que você é burro, a não ser que você seja ótimo no autodidatismo  e não se deixe influenciar por más decisões. Posso dizer também que se você procura se rodear de pessoas que tomam boas decisões, mesmo que você tenha dificuldade de aprender, você é inteligente.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Sejam



Quanto vale uma consciência? Quanto vale o caráter? Quanto vale a eternidade?
Neste momento o leitor deve começar a pensar que quem escreve é louco, ou divaga sobre inutilidades, mas afirmo, estas perguntas representam o que vivemos em nosso país hoje. No dia em que escrevo (7 de abril de 2015) aconteceram por todo o país manifestações pró governo, segundo a polícia foram em torno de 6 mil pessoas.
                Representantes autênticos dos 7% que ainda apoiam o governo do “maior esquema de corrupção da história da humanidade em um país democrático”, tentara invadir o congresso enquanto defendiam “a democracia”, apoiavam o governo enquanto repudiavam o ajuste fiscal (o famoso tarifaço), por mais incoerente que isto seja.
                A grande maioria chegou em ônibus fretados para participar dos eventos, todos os eventos com estrutura invejável bancada pelos sindicatos e pelo PT, pelo nosso dinheiro. Protestaram a favor de um governo que endividou o país, destruiu nossa democracia, e tenta a todo custo transformar em aceitável tudo o que há de mais abjeto e imoral.
                O único obstáculo do Foro de São Paulo, hoje, é a realidade, o Brasil é um país cristão, com uma economia basicamente agrícola, tudo isto no caminho do projeto deles. Vou me aprofundar no fato de sermos uma nação cristã. Como tal, as perguntas feitas no começo do texto são fundamentais, e a resposta para todas é a mesma: NÃO TEM PREÇO.
E por isso estas manifestações pró governo são uma afronta maior do que seriam se fossem apenas uma defesa do PIOR GOVERNO DA HISTÓRIA DO PAÍS, por que elas são anti-brasileiras, elas são mentirosas. Uma legião de pobres almas vendidas, um exército de 6 mil fantoches, vendidos e vendidos por pouco, foram convencidos de que a migalha que lhes dão paga sua existência dita infrutífera.
Nossa “educação pública”, da creche as federais, é um multiplicador de tudo o que há de mais danoso a nossa humanidade, uma fábrica de histéricos, viciados, narcisistas, todos sem exceção louvando a própria idiotice. A grande mídia, comprada pelo maior publicitário do país, o governo federal, ajuda na estupidificação da população brasileira quando trata como cultura, o funk, a “poesia” do Bial, quando trata o Jean Willis como sério.
A população brasileira usa suas últimas forças para resistir, mas já não lhe sobram muitas. São 12 anos destruidores culturalmente, os mais jovens acham que se não há recompensa imediata não há sentido, narcisistas com a profundidade de uma poça, a vida deles se resume a próxima sexta-feira (como já colocado em texto anterior).
O caminho apontado de Gramsci foi todo percorrido no Brasil, hoje apenas vemos os resultados, vemos e choramos.
Brasileiros NÃO SE VENDAM!!!!!!! Há muito mais na vida do que a próxima sexta-feira, a próxima manifestação ou a próxima eleição, sejam a mudança, sejam éticos, determinados, e acima de tudo, busquem a verdade.
                http://img.frasesfamosas.com.br/images/thumb_bundle-129-mentira-e-verdade.650x250_q95_box-0,0,647,249.jpg

domingo, 5 de abril de 2015

Focus - Final alternativo

Primeiramente devo dizer que aqui haverão spoilers para CA RA LE O

Cadeia de fatos em ordem cronológica:

1 - Jess não sobe com Garriga para o quarto
2 - Garriga contrata o Nicky
3 - Nicky encontra Jess na festa
4 - Jess aparece chorando no quarto do Nicky depois de se encontrar  com o Owens
5 - Owens vai no quarto onde Jess e Nicky passaram a noite
6 - O Nicky vende o algoritmo
7 - Nicky volta para o hotel e Jess chega atrasada
8 - O capanga do Garriga bate no carro do Nicky e Jess
9 - Todos se encontram e o Nicky leva um tiro do Owens
10 - Jess e Nicky vão para o hospital com o relógio do Garriga e Owens leva a sacola de notas.


Como Poderia acabar?

Bom. O que acontece é que a Jess ficou com todo o dinheiro... Como?
Primeiro, porque ela não subia com Garriga? Para poder roubar o relógio?
Não, o relógio era apenas uma distração para o Owens. Ela precisava parecer inocente e fazer tudo parecer como se o Nicky estivesse planejando tudo.
Quando a Jess se encontra com o Nicky na festa, ela apanha por alguns segundos a carteira dele. Nesse momento ela põe um ponto igual do colar que ele da pra ela na carteira e devolve fingindo ser uma brincadeira.
O Owens vai até a Jess e bate nela, a pretexto de que ele quer defender o Garriga, mas ela já sabia que aquele era o pai do Nicky, então ela faz com que isso aconteça perto do Garriga, para que ele fique puto com o Owens na hora que ele atire no Nicky.
Quando eles passam a noite, a Jess e o Nicky, ela já sabia que ele iria pegar o dinheiro do algoritmo, então ela seduz Nicky para ele levar ela junto depois da execução e eles marcam o encontro no hotel.
Ela imprime uma sacola cheia de notas falsas e deixa no porta malas do capanga do Garriga, depois de o pagar para trocar as malas na hora em que ele entregasse o dinheiro para o Garriga, que estaria eufórico, e não conferiria a conta, pois o próprio capanga falaria para ele ter 27 milhões, o que faz ela chegar atrasada no hotel e faz com que o capanga saiba exatamente onde bater o carro. 
Quando o Pai do Nicky apanha a mochila é de dinheiro falso, e no hospital, o capanga do Garriga está esperando eles com uma mochila de dinheiro real. Tudo que ela faz até la no original é encenação para o pai Owens acreditar que as notas são verdadeiras.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_mbWuQOmc8undMXJ-tLTFTNqQTiF1y7wOTHOYG9NyCuAOuZ2ymazJPidXorMtq4dYlDVYL42FcNtEjS2rQXkcCExSqq-9ym6GGWXWEPUmhG3tM7Dzbzu3F12TLCW8B4mRuMpwhGK6Lje-/s1600/Focus+Movie.jpg

segunda-feira, 30 de março de 2015

Mercado Monopolístico


 Primeiro eu vou falar aqui que no monopólio o preço é tomado pela quantidade que o monopolista vende. Essa quantidade depende da sensibilidade do mercado. Você podem notar nos gráficos abaixo dois mercados A e B, onde A é elástico e B inelástico. Isso quer dizer, se o preço varia, o preço varia de forma mais ou menos drástica? 





















Nesses 2 gráficos tem umas setinhas  indicando a diferença de preços do ponto onde cruzam a receita marginal e o custo marginal até o ponto na receita media logo acima. Essa diferença é o tal do markup. O markup mede o poder do monopólio. Ele é maior quanto mais inelástica forem as demandas.


Ok, pra que diabos eu estou explicando isso?

Bom, eu queria falar um pouco sobre as tais das patentes.
Sabe, eu fiz uma pesquisa e fiz um remédio por exemplo. Eu vou querer todo o dinheiro de qualquer um que vender esse remédio neh?
Ou eu fiz uma nova tecnologia, e mesmo que ela seja incrivelmente fácil de copiar, só eu posso vender...

O pessoal diz que patentes servem para investirem em pesquisa, mas eu acho que não da tão certo assim não.
Primeiro porque você cria um monopólio quando você da uma patente.
Se for uma indústria em um mercado pouco sensível, você cria uma catástrofe. Olha crise do petróleo por exemplo.
Na indústria farmacêutica se cria aberrações como na patente do HIV, que é ilustrada naquele filme, Clube de compre Dallas.
                                      

 Agora, se houver o monopólio de uma empresa que não é tão necessitaria assim, o boicote é a solução pra acabar com qualquer zuera.
Os correios por exemplo, que tem vários substitutos... se começarem a boicotar, em 10 segundos você fale aquele elefante branco.Alias, você incentivar  o boicote dessas empresas estatais monopolistas, gera muita censura aqui no Brasil.





quarta-feira, 18 de março de 2015

Algumas besteiras sobre o que não aprendi

Bom, esse post será dedicado a um tal de Pedro Demo, que me empurraram pra ler.
Introdução a metodologia da ciência...
Esse livro é, como o título diz, sobre métodos científicos. E como estamos no Brasil, o autor só poderia ser Marxista...
No livro o autor defende que o melhor método é a dialética histórica. E ele defende ainda uma doideira que ele chamou de dialética histórica estruturante.
Eu não vou explicar o que é a dialética histórica, mas eu já digo que é errada. E ainda sugiro que vocês leiam a respeito, para entender porque sou contra.
É o seguinte: Para estudarmos a ciências humanas, devemos lembrar que nós fazemos parte do objeto de estudo, as pessoas, e assim, é difícil ser neutro na analise, porque sustentamos individualidades que  nos diferenciam. O Autor diz que carregamos ideologia, e define isso como "sistema teórico pratico de justificação política de posições sociais" DEMO,Pedro Introdução a metodologia das ciências p. 67. Eu discordo dele. Não carregamos ideologia(como ele define), primeiro, porque somos indivíduos, e não uma sociedade, já que não agimos puramente de forma coletiva(alias, agimos muito mais individualmente, principalmente quando nosso QI não é tão baixo). Segundo, porque ele se engana no tipo de ruído que causamos na analise(se não tomarmos o método certo para nossa pesquisa). O ruído que causamos é gerado por 3 coisas: O tempo, que não é linear para as ações, as próprias ações, que mudam nossas vidas, pois mudamos ao agirmos, e o novo conhecimento que vem com qualquer mudança e que nos faz agirmos diferente a cada momento. Assim se cada pessoa age, e ela age conforme o tempo, é impossível tomar a sociedade como objeto, pois ela muda constantemente, e assim não podemos justificar "posições sociais", porque cada indivíduo esta em uma posição diferente a cada momento e a ideologia política não torna isso diferente.

Agora pensem comigo. A história não pode ser tomada como base para nada, sendo estudada com bases sociológicas, porque essa historia tenta estudar as sociedades antigas, ou a de antigamente.

Um método que mensura essas coisas é a praxeologia. É o estudo das ações humanas.

Outra coisa, o autor defende que a sociedade tem condicionantes, que mantém a regularidade dos hábitos das pessoas, para poder generalizar comportamentos sociais. Basicamente uma desculpa para poder tomar a sociedade como objeto. E não é só isso. Ele diz que como somos homo oeconomicus ou seja, o homem que age segundo o comportamento econômico, assim ele defende aquele velho conceito marxista de que quando há uma revolução, somente mudamos o modo de produção. Quer dizer, mudamos como o capitalista opressor, oprime... que no capitalismo no caso seria com a produção de mais valia(kkkkkkkkkkkkk juvenil).
 Assim ele cria "estrutura" que seria a ideia de que existe um correspondente lógico para cada papel na sociedade em qualquer sistema, mesmo havendo revolução, e isso seria "invariavelmente variável"(em palavras do autor). Ex.: no feudalismo tínhamos, nobres, reis e plebeus... no capitalismo temos capitalistas, governantes e assalariados(falando em termos marxistas.) E esses são respectivamente correspondentes.
Bom, eu vou dizer que isso é um absurdo. Primeiro porque defendo que não somos homo oeconomicus, mas sim homo agens(o homem segundo as ações)... Talvez só os donos de padarias sejam homo oeconomicus kkkkkkkkkk
Segundo porque esses condicionantes, mesmo se existirem, não influenciam as pessoas mais que a própria decisão pessoal das mesmas. Caso contrario, realmente, o conhecimento não mudaria muito(ou a todo momento), o que obviamente não ´o que acontece. Eu por exemplo, mudo minha rotina quase todo dia, sendo que eu procuro o conhecimento tanto como oficio de economista, como por apaixonado pelo saber. E qualquer pessoa faz o mesmo, porque elas vão a lugares diferente, conhecem gente diferente e mudam a cada situação.